"Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca"
Jorge Luis Borges

Imagem de: Jose M. Capitán del Rio
Entrei ali e olhei à minha volta: de um lado livros, revistas, filmes, cds, e, do outro, um ecrã gigante que me atraía. Abri-o como se o universo se quisesse mostrar através daquele ecrã. Era a sociedade da informação, do conhecimento e da comunicação que se oferecia e tudo me parecia fluído, as fronteiras esbatiam-se virtualmente. Tecia-se uma rede de fluxos e de vontades que tornavam a minha curiosidade ainda maior. Escrevi RBAL e percebi que a Babel organizada a que aludia Borges estava mesmo ali: a um clique de distância. Escolhi então da estante o livro, que afinal estava tão perto, sentei-me e comecei a ler.
Actualizado em (Quinta, 01 Março 2012 16:21)